E na sexta-feira-santa chocolate pouco.
Mas o coelho, este fez charme.
Ah, o coelho...
Vinha me roçando a pele com seu pêlo macio, seus olhos vermelhos profanos...
O cheiro de animal reprodutor enlouquecia meus instintos.
Vinha assim, de saltinho em saltinho
mexendo o pequeno fucinho...
Veio!
Chegou.
Apalpei...
Arranquei-lhe os ovos que nunca foram botados...
(afinal, coelho não bota ovos!)
Não tinha cores. Só existia o branco.
(descobri também que não são pintores)
Mas este me fez lamber os dedos...
Delícia!
ele, o pequeno coelho-sedutor, espera, coitado, o seu renascimento.
Hoje sigo a tradição.
Tenho um pé a mais. Uso no chaveiro pra trazer sorte.
1 comentários:
Chica, confesso:
Fiquei com medo desse seu Coelho aí. Sonhei com uma capivara albina fazendo o mesmo comigo. Mas ela não me trazia chocolate nenhum. Mas no fim estava todo manchado de chocolate. Era uma perversão dela. E fedia tanto. Ela tinha fumado um. Chica, por favor, pare de provocar pesadelos a esse velho. Sim. A culpa foi sua. Ou vai me dizer que a culpa é do contra-filé-de-meio-kilo que comi na sexta-feira? Seja um pouco mais normal e escreva sobre um gato preto, poxa.
Ass. Seu Cisco
Postar um comentário