Durante muito tempo me movimentei ao som de "Flash Dance" com um colã cinza desbotado, na frente de uma grande e pesada lanterna acesa, que nas mãos de meu pai me iluminava em piscadas psicodélicas. Minha mãe e ele eram a minha platéia. Tinha 7... 8 anos no máximo. Dançava alegremente, sob saltinho e gritinhos insanos. Feliz! Eu, assim como muitas meninas ( e meninos!) daquela geração fomos arrebatados para uma dimensão... iluminada por lanterna, ou ainda, debaixo de fortes holofotes. Me imagina num clipe ou coisa parecida. Aliás, toda vez que ouço música pelo fone de ouvido, e estou caminhando pelas ruas, crio cenas e vivo momentos, digamos antológicos com uma simples brisa na face, ou com a passarela muvucada do metrô. Acho que ninguém percebe, mas o meu estado, definitivamente se altera.
Há dois meses comprei numa promoção o dvd do Flash Dance. Assisti me deliciando.
Sim! Meu imaginário alongado se deleita em cenas resgatadas de filmes como o Flash Dance, e também com o filme estrelado pelo querido Patrick Swayse (que se juntou há pouco ao corpo de baile de Pina, Michael e Cunninghan.) Dirty Dance.
s u ss p iiii r oooo
Vou agorinha mesmo colocar o meu colã alucinógeno e acender a minha lanterna psicodélica...
1 comentários:
Obrigada por essa viagem ao passado...
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