
Comparando com dois mil e nove, 2010 entrou (quase) com poucos fogos, culinária requintada, dourado no pé e na cabeça, forte sensação de estar, abraços, beijos, (quase) sem palpitação, desejos escritos, uvas em simpatia... Os olhares, por vezes puxados, dos meus companheiros de virada, tinham assim como os meus: esperança, um pouco de angústia existencial, alegrias, um pouco de embriaguez... Mas cada um no seu frenesi e seus sonhos pessoais...
Logo, saltaria de 200m...pra ver de cima a mata (quase) intocável, e a poderosa cachoeira: 800 de tirolesa... Gritei ensurdecidamente louvando o divino.
Antes um mergulho delicioso na Poderosa...sentindo a minha pequeneza diante à natureza. Namastê!
Comecei o ano assim: me jogando para o alto e vendo o belo, (quase) em silêncio.
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